CRM que lê a conversa

Seu funil mente porque ninguém atualiza o CRM.O Argos lê o WhatsApp e move sozinho.

Ele acompanha as conversas da sua equipe, entende em que pé está cada negociação, move a etapa com a frase do cliente como prova, avisa o vendedor quando algo trava e fecha o dia para você.

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O problema não é falta de CRM

É que manter o CRM em dia é trabalho manual que compete com vender — e vender sempre ganha.

O funil está desatualizado

O card diz 'proposta enviada' há duas semanas. A conversa mostra que o cliente sumiu no terceiro dia.

O gestor descobre tarde

A objeção de preço apareceu na segunda. Você só vê na reunião de sexta, quando o cliente já comprou de outro.

O treino é genérico

Treinamento de vendas para todo mundo igual, quando cada vendedor erra numa parte diferente da conversa.

O que acontece depois que você conecta o número

A cada minuto, o Argos lê o que chegou de novo e decide o que fazer.

  1. 1

    Move o funil — com a frase que provou

    A etapa é derivada da conversa, não do que alguém lembrou de arrastar. Todo movimento guarda o trecho do cliente que o justificou, e voltar de etapa exige mais confiança do que avançar: é mais caro errar dizendo que uma venda esfriou.

  2. 2

    Cutuca o vendedor na hora certa

    Objeção que ficou sem resposta, conversa parada, cliente respondendo frio, proposta sem próximo passo. O alerta chega com uma sugestão do que dizer — e chega mesmo se o redator falhar, só mais seco.

  3. 3

    Fecha o dia às 18h30

    Um relatório de oportunidade, não de atividade: onde está dinheiro parado, quem precisa de socorro, o que mudou hoje. Chega antes de você ir embora, quando ainda dá para mandar alguém correr atrás.

  4. 4

    Treina cada vendedor pelo erro dele

    Segunda de manhã, cada um recebe um plano curto feito das próprias conversas da semana — com o trecho real em que a habilidade falhou.

Gatilhos escritos em português, não palavras-chave

As ferramentas de mensagem-gatilho exigem que o vendedor digite uma frase combinada para a venda contar. Quem esquece, não conta. Quem escreve diferente, não conta. E o que o cliente diz nunca conta.

"o cliente disse que vai pensar e não marcou retorno"
"o cliente reclamou do preço mais de uma vez"
"o cliente confirmou o pagamento"
"o vendedor prometeu desconto sem autorização"

Você escreve a condição assim, em uma linha. O Argos avalia o sentido — sobrevive a gíria, abreviação e erro de digitação — e dispara o que você mandar: avisar alguém, mover a etapa, marcar a negociação, mandar a conversão para o Meta Ads ou chamar um sistema seu.

Ler conversa de equipe tem regra — e ela está no produto

Esta é a primeira pergunta de qualquer gestor sério, e a resposta não é uma cláusula no contrato.

  • Nenhum canal é lido antes de o vendedor aceitar o termo. A trava está na entrada da mensagem, não na análise — sem aceite, a conversa não chega nem a ser guardada.
  • O termo é versionado. Se o que o Argos faz com a conversa mudar, o aceite anterior deixa de valer e todo mundo lê de novo o que passou a valer.
  • Revogar desliga. O vendedor pode retirar o aceite, e o canal dele para de ser lido em até um minuto.
  • Você define por quanto tempo guardar. O expurgo roda sozinho e apaga também os trechos de conversa guardados como evidência.

Conecte um número e veja o funil se mover em um minuto.

7 dias, sem cartão. Se não fizer sentido, a conta para sozinha — ninguém precisa ligar para cancelar.